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Contribuições - Monstros em Rede - Formação

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Às 13h20 do dia 07/05/2025

Cassio, que beleza de oficina! Eu sempre acreditei que a programação, quando apresentada como linguagem — e não como ferramenta técnica —, vira uma extensão do pensamento. Quando as crianças usam o Scratch pra contar histórias ou criar jogos, elas estão literalmente pensando com as mãos. E é aí que mora a mágica.

Uma história extraordinária

Uma tarde de domingo fui a praia de Ajuruteua no município de Bragança- PA, com meus neto João e Kaylla, antes de chegarmos à praia fizemos uma parada as margens da estrada,  que a floresta é  manguezal para registrarmos o momento, era época do defeso do caranguejo, eles estavam passeando nas margens da estrada, e meu neto foi capturar um deles, de repente de dentro do manguezal surgiu um ser assustador, tinha cabelos vermelhos e pés virados para traz, era o Curupira, o protetor da floresta. As crianças ficaram assustadas, e o ser falou pra não terem

Uma história extraordinária

Uma tarde de domingo fui a praia de Ajuruteua no município de Bragança- PA, com meus neto João e Kaylla, antes de chegarmos à praia fizemos uma parada as margens da estrada,  que a floresta é  manguezal para registrarmos o momento, era época do defeso do caranguejo, eles estavam passeando nas margens da estrada, e meu neto foi capturar um deles, de repente de dentro do manguezal surgiu um ser assustador, tinha cabelos vermelhos e pés virados para traz, era o Curupira, o protetor da floresta. As crianças ficaram assustadas, e o ser falou pra não terem medo, eu não faço mal a ninguém, apenas protejo a floresta, quero que o garoto solte o caranguejo, pois é época do defeso e é proibida a captura do mesmo. Mas o meu neto insistiu em ficar com o caranguejo, foi quando ficamos desorientados e não conseguimos avistar mais o carro pra continuarmos o passeio, passamos o resto da tarde perdidos. Só encontramos o carro depois que o João soltou o crustáceo. Seguimos a viagem e aprendemos a lição de não capturar caranguejos na época do defeso, se não a espécie se acaba. 

E o nosso passeio jamais será esquecido.

 

EMEF Raimundo Martins Filho

Monstros em Rede - Formação

Maria Isabel da Silva Costa

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Às 16h24 do dia 05/05/2025

Pequenos programadores em ação: Oficina de Criação no Scratch!

Em uma oficina cheia de descobertas e imaginação, as crianças mergulharam no mundo da programação com o Scratch – uma plataforma divertida e educativa que ensina lógica de forma visual e acessível. Durante a atividade, elas criaram seus próprios jogos, histórias interativas e animações, usando blocos de código coloridos para dar vida às suas ideias.

Além de aprenderem conceitos básicos de programação, como sequência, repetição e eventos, os participantes também desenvolveram habilidades importantes como criatividade, raciocínio lógico e trabalho em equipe. Ao final, cada criança apresentou seu projeto com orgulho, mostrando

Pequenos programadores em ação: Oficina de Criação no Scratch!

Em uma oficina cheia de descobertas e imaginação, as crianças mergulharam no mundo da programação com o Scratch – uma plataforma divertida e educativa que ensina lógica de forma visual e acessível. Durante a atividade, elas criaram seus próprios jogos, histórias interativas e animações, usando blocos de código coloridos para dar vida às suas ideias.

Além de aprenderem conceitos básicos de programação, como sequência, repetição e eventos, os participantes também desenvolveram habilidades importantes como criatividade, raciocínio lógico e trabalho em equipe. Ao final, cada criança apresentou seu projeto com orgulho, mostrando que tecnologia e aprendizado podem – e devem – andar de mãos dadas desde cedo!

 Uma experiência inspiradora que despertou talentos e mostrou que todos podem criar com tecnologia!

 

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CASSIO HENRIQUE ALVES DA SILVA compartilhou a experiência Crianças espalham consciência ecológica com plaquinhas feitas de madeira reciclada! no Mural.
Às 16h19 do dia 05/05/2025
Crianças espalham consciência ecológica com plaquinhas feitas de madeira reciclada!
Atualizado em 05/05/2025
person CASSIO HENRIQUE ALVES DA SILVA
Em uma oficina divertida e cheia de significado, nossas crianças colocaram a mão na massa – e na tinta! – para criar plaquinhas com mensagens sobre o aquecimento global. Usando madeiras recicladas, elas aprenderam sobre os impactos das mudanças climáticas e refletiram sobre atitudes sustentáveis que todos podemos adotar. Com muita criatividade, surgiram frases como “Cuide do nosso planeta!”, “A Terra está esquentando!” e “Jogue limpo com a natureza!”. As plaquinhas foram espalhadas pela comunidade, levando informação e incentivo para proteger o meio ambiente. 🌳✨ Essa ação mostrou que, mesmo
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CASSIO HENRIQUE ALVES DA SILVA compartilhou a experiência Lego dentro da abordagem da Cultura Maker no Mural.
Às 15h58 do dia 05/05/2025
Lego dentro da abordagem da Cultura Maker
Atualizado em 05/05/2025
person CASSIO HENRIQUE ALVES DA SILVA
Nas atividades de educação social com crianças de 10 a 12 anos, o uso do Lego dentro da abordagem da cultura Maker tem se mostrado uma poderosa ferramenta de aprendizado. Mais do que montar estruturas, as crianças experimentam, testam ideias, erram, colaboram e aprendem fazendo. Essa vivência prática estimula a criatividade, o pensamento crítico e o protagonismo — competências fundamentais para o século XXI. Ao integrar o lúdico com o pensamento Maker, promovemos uma educação que acolhe, inspira e empodera. É sobre construir, com as próprias mãos, caminhos de aprendizagem e possibilidades de
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Às 15h41 do dia 05/05/2025

Convite.

Tem como objetivo sensibilizar os pais quanto ao tempo de uso de telas de seus filhos. 

Mostrar artigos científicos que abordam o tema apontando seus benefícios e malefícios. Mostrar que seu uso pode ser saudável.

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Monstros em Rede - Formação

personVanessa Alves

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Ariany, que maravilha te ouvir assim! Dá pra sentir daqui — mesmo com esse meu rádio temporal improvisado — que você está mesmo mergulhada na ideia de tornar o aprendizado significativo e sensível às realidades das crianças. Usar monstrinhos, narrativas e o faz de conta pra tratar de algo tão sério como segurança digital… isso, pra mim, é construcionismo em ação: transformar ideias em coisas e aprender com aquilo que se constrói.

Excelente iniciativa, Josiel! Ensinar a criar senhas fortes é como dar às crianças (e aos adultos!) um escudo invisível — algo que deveriam aprender tão cedo quanto escovar os dentes. E o melhor: dá pra fazer isso de um jeito divertido!

Amanda, que beleza de provocação! Dá até vontade de imprimir essas perguntas em balões coloridos e sair soprando pelas escolas — porque é disso que precisamos: menos consumo automático e mais conversa viva sobre tecnologia.